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sábado, 19 de janeiro de 2008

M.O.

Olá!
Hoje deixo aqui um excerto do "livro" que estou a escrever.
Está no início.. E ainda falta uma looonga caminhada.. Mas este é o início.
Ainda me lembrei dos copiões que podem usar este início.. Mas que se lixe. Gente parva. Haha
Não é o texto difinitivo, pode vir a sofrer alterações. Mas para já é isto qe posso mostrar.. O resto permanece em construção. : ] Também ainda não tenho título para o texto.. mas em princípio é "M.O.".. ainda tenho muito que pensar.
Era porreirinho que gostassem, mas se nao gostarem podem clicar no quadradinho qe está no canto superior direito do vosso computador (isto se tiverem a janela do blog maximizada, se nao têm, bem, sabem a que botão me refiro).
Beijo!



" Mais uma rapariga encontrada morta naquela rua horrenda. Esta encaixava também no M.O. já definido deste serial killer. Morenas, altas, magras e comprometidas, estas eram os requisitos para se ser uma possível vítima do Dark Tea. Este foi o nome de código arranjado para os investigadores se referirem ao matador. “Dark” porque só actuava de noite e “Tea” porque ele deixava na mão de cada vítima um pacote de chá com o bilhete que dizia “Não devias ter quebrado a rotina”. Tudo isto era um mistério para a equipa do Grogan. A equipa era constituída por seis elementos: Grogan, um agente do FBI; Cameron, que ia ao local do crime recolher provas; Kevin, que trabalhava com os ossos do cadáver depois de o resto do corpo já não ser mais útil ou com vestígios de bactérias, fungos ou terra; Cassey que examinava o corpo e as marcas da pele antes de ele ser limpo para passar para o colega Kevin; Steve, que tratava de examinar o Modus Operandi do assassino, e tenta decifrar a sua constituição, preferências, etc..; Ashleey, que era a artista do grupo, era perita em reconstruir rostos através de um crânio decomposto.
Já todos conheciam a rua onde as raparigas eram encontradas sem vida como “A Rua da Morte”. É uma rua infinita aos olhos humanos, muito estreita e tem um cheiro a bafio estranhamente intenso. O musgo nasce naquelas paredes que pouco mais de metro e meio têm de distância. Incrivelmente há um género de algas vermelhas que nascem na fonte que existe nesse rua fazendo parecer uma fonte ensanguentada. Mesmo em pleno dia, aquela rua está constantemente sombria. "

2 comentários:

  1. kredo! k tema morbido.

    p.s. - tens razao, posso carregar no botão vermelho, mas não o vou fazer (por agora)

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  2. Eu axo k o texto promete... axo k a criatividade esta la e k so falta desenvolver a historia... a morte e a crueldade sao pormenores para kem gosta mxm d ler estas historias... estas a beira de um policial k promete... continua...

    p.s. - e nao ligues a comentarios de fechar janelas :P

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