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terça-feira, 8 de setembro de 2009

Public Enemies

Estrondoso. Absolutamente fenomenal. Perfeito! Foram os 5,70€ mais bem investidos em toda a minha vidinha.
A cima de tudo, tem o Johnny Depp. Já se sabe que basta um filme ter o Johnny Depp para me levar ao cinema. (O Homem é incontestávelmente sexy e bom actor. E simples. E charmoso. E tem classe. E tem uma ilha privada. E toca guitarra. E... E... E...)
Mas para além do Senhor John Christopher Depp II, o filme está mesmo muito bom. Tem um óptimo argumento e a representação, bem, a representação é uma coisa do outro mundo. Enfim, um filme a não perder (tanto para quem gosta do Johnny Depp como para quem procura um bom filme histórico).

Argumento:
Durante os anos da Grande Depressão, existia em toda a população americana, uma revolta generalizada contra os bancos por serem a causa da crise resultante da quebra da Bolsa de Nova Iorque, em 1929. Apareceu então um grupo de gangsters, liderado por John Dillinger (Johnny Depp). Dillinger rapidamente conquistou a simpatia do público, tanto pelos seus assaltos a bancos como pelas épicas evasões da prisão, sendo considerado uma espécie de Robin dos Bosques da era moderna.
Depois de várias tentativas do Governo americano para o deter, J. Edgar Hoover (Billy Crudup), chefe do departamento do FBI que mais tarde se viria a tornar uma das maiores organizações de investigação do mundo, atribui a Dillinger a designação de Inimigo Público Número Um, atribuindo a Melvin Purvis (Christian Bale) a árdua tarefa de o deter. A perseguição, com vários sucessos e fracassos, terminaria com a morte de Dillinger, em 1934.
Michael Mann ("Heat - Cidade Sob Pressão", "Miami Vice", "Colateral") foi buscar inspiração ao livro do historiador e jornalista Bryan Burrough: "America's Greatest Crime Wave and the Birth of the FBI".
Fica a curiosidade: Johnny Depp e restante elenco usam chapéus feitos com feltro da fábrica Fepsa, de São João da Madeira.


Para quem quiser matar a curiosidade, aqui fica o site: http://www.publicenemies.net/

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