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domingo, 28 de fevereiro de 2010

Kristen Dunst

     Vejo as semanas a passar e o meu coração a ficar cada ver mais apertadinho.
     Daqui a 3 meses (se tudo correr bem) estou a preparar-me para regressar à minha terra de origem - Coimbra - para ir para a universidade. Vou perder muita coisa. A minha casa, o meu quarto, o colinho dos pais, as birras com o meu irmão, os amigos (esta perda dói muito), os hábitos... Enfim, o conforto. Vou sair daqui e o meu namorado também. Só o destino sabe se ele vai para Coimbra comigo ou não. Tudo aponta para que ele vá para Lisboa. Dói.
     Por outro lado sei que passar por isto significa que consegui entrar em Direito e que fui bem sucedida na minha vida enquanto estudante do ensino secundário.

    Também tento ter em mente que vou para casa dos avós e isso significa receber muitos miminhos. Afinal, os avós são uns segundos pais.

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É interessante notar que o que me preocupa não são os exames da escola ou o exame no British Council que acontece para a semana! Dia 5 e 6 lá estou eu, a fazer exame de inglês para conseguir o Certificate in Advanced English. Nervos.

Até lá, testes e mais testes, trabalhos, relatórios, pesquisas, notas finais.
  
 

1 comentário:

  1. Hum...
    Ir pra faculdade normalmente representa muita coisa... Perder isso tudo e sofrer de nervos agudos no dia antes das praxes, caso as vás frequentar, mas também trás ganhos! Não sei se serão mais ou menos que os custos, mas são sem sombra de dúvida "auxiliadores" num futuro próximo. E aqui já falo mais por mim que vi morar sozinha pra estes lados... Tive de aprender a lidar com coisas diferentes. Com pessoas diferentes das que estou habituada, mentalidades diferentes, modelos de aulas diferentes, mais a hierarquia das praxes o sentido de culturalidade e companheirismo que nos trazem entre muitas outras coisas, mas também ganhei um monte de responsabilidades e de pensar que tudo estava por minha conta, a casa, a roupa, os trabalhos, o meu dinheiro, as minhas saidas... Tudo.


    Mudar custa e faz doer bem lá dentro, mas depois tmb te preenche perceberes que cresceste, que és diferente e que evoluiste e mais do que nunca aprendes a contar contigo mesma!



    Força aí!

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