Páginas

domingo, 20 de junho de 2010

 Que um qualquer matemático brilhante se apodere de mim e vá fazer o meu exame amanhã!

 Estou aflitíssima.

 Vamos lá Eduarda! Só precisas de 3,5 para passar e de 10,5 para manter a nota! (à partida não chumbo, pronto.. À PARTIDA!)

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Exames - parte 3

         Estou só à espera  dos critérios de avaliação para acalmar o coração.
         De uma forma geral, o exame de Inglês era muito fácil.

         E pronto, as provas específicas estão feitas.
         Segunda faço exame a Matemática. Só preciso de 3,5 para passar. Sinto-me com fé!
      Saramago, és, e serás para sempre, o melhor.




    A notícia ainda me está a fazer uma confusão incrível! Há 3 dias atrás estava eu embrenhada a estudar a biografia dele, a ver entrevistas, e ler o Memorial do Convento, enfim, a preparar-me para o Exame Nacional. E agora, ele desapareceu. O melhor, desapareceu.
   Que fique então aqui registado que foi a única matéria que estudei mesmo por gosto em Português do 12º ano. É, sem dúvida, um escritor e um homem especial.
   Até já

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Exames - parte 1 e 2

    Ora, o exame de Português era muito fácil. Saiu Lusíadas, como eu queria. Gosto imenso de tal obra. Das quatro coisas que podiam sair - Felizmente Há Luar, de Luís de Sttau Monteiro; Fernando Pessoa e os seus Heterónimos; Memorial do Convento, de José Saramago e, por fim, Os Lusíadas, de Camões ou A Mensagem, do Pessoa - as duas últimas obras mencionadas são as mais fáceis. Rezei muito e pronto, lá saiu o que eu queria.
     Sendo uma das minhas duas provas de ingresso para Direito, espero agora que o resultado seja aprazível. Costumo ser bastante pessimista para não me desiludir. Acho que vou manter a mesma linha de pensamento.


   Quanto a Biologia e Geologia, exame que fiz hoje, tenho a dizer que não estudei para tal coisa. Pensei "bem, a disciplina 'tá feita. Não é a minha prova de ingresso e a nota nem é má, seja o que a sorte ditar". E lá fui eu. Fiz cerca de 80% do exame ao calhas. Nunca o "um dó li tá" me foi tão útil. Bem, o certo é que 11,6 tenho garantidos (à partida, não vá o diabo tecê-las). Não é uma nota brilhante, mas, como já disse, tenho a disciplina feita e ia mesmo na desportiva.


   Amanhã faço exame de Inglês, a minha outra prova de ingresso. Estou completamente na "descontra", o que me deixa nervosa (que valente paradoxo). Por me sentir à vontade, tenho medo de ir demasiado confiante e espalhar-me ao comprido. Queria assim uma coisa tipo... 17,5, pelo menos. Bem, logo se vê. Não quero apanhar nenhuma desilusão descomunal.

Espécie de novo look

    Ora, porque estou a descansar dos exames já feitos, vim refrescar a imagem do blog. Odeio a que está agora. Ainda estou naquela fase: deixo estar até que me habitue ou mudo? Terei muito tempo para pensar nisso.

   Também tenho reflectido muito sobre as vantagens e desvantagens de ter a minha foto no perfil do blog (a qual tirei recentemente). Estou em balanço.

   E pronto, a minha vida é isto. Isto e exames, também.

terça-feira, 8 de junho de 2010

E eis o calendário maravilhoso:

Quarta-feira, dia 16 de Junho, 14h: Exame de Português
Quinta-feira, dia 17 de Junho, 9h: Exame de Biologia e Geologia
Sexta-feira, dia 18 de Junho, 14: Exame de Inglês
Segunda-feira, dia 21 de Junho, 9h: Exame de Matemática
Quinta-feira, dia 15 de Julho, 14h: Exame de História


Tenho o coração do tamanho de uma ervilha. Estou aflita.

E pronto, acabou o ensino secundário.

Acabou hoje. O fim. Se tudo correr bem nos exames, já não sou aluna do secundário (bem, tecnicamente sou, mas não importa para o caso).
Já chorei que nem uma Madalena. Vou ter saudades tuas. Gosto muito de ti.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Notas e médias e faculdades

   Estou farta desta merda toda. Farta. Fartíssima. Os professores parece que adoram dar notas baixas. Amam mesmo. É uma espécie de orgulhozinho infantil "ah sua sacaninha, andaste aqui o ano todo a chatear-me a a obrigar-me a trabalhar, toma lá agora uma nota que não queres, assim tipo 1 ou 2 valores abaixo do esperado. Agora aguenta-te".
    Acho que estou a enlouquecer. A faculdade está cada vez mais loooonge.

domingo, 6 de junho de 2010

Coisas que não entendo I

      Porque é que há pessoas que entram no  msn com nick (ou mensgens de estado) do tipo não incomomdar, ocupado(a) não distrair, não falem comigo? Afinal, a função do messenger não é permitir a facilidade de contactos? Ora, se não querem ser incomodados que tal... não entrar no msn? Parece-me uma boa ideia. Dessa forma, de certezinha (garanto-vos) que ninguém falará com vocês por tal programa.

Johnny Depp #14

Ainda em relação à professora de Mirandela

     Muitas pessoas me abordaram para me confrontar com o facto de a playboy ser uma revista imprópria e que uma professora não deveria posar nela. Ainda me dizem que entendem alguns pais.
     Vamos lá a ver se nos entendemos: ninguém obriga as criancinhas a abrir a revista. Duvido seriamente que alguém tenha tido um revólver apontado à cabeça quando pegou na publicação e a viu. Ainda relembro que esses pais que se mostram tão pudicos certamente não permitem o acesso das suas criancinhas à Playboy. Ora, se elas não vêm a Playboy, porque raio é que não podem ter lá uma professora sua, despida? Seja como for, (teoricamente) não a vêem!
     Ainda friso o facto de a Playboy, por ser um "auxiliar masturbatório" (roubei a expressão daqui, do comentário d'A Flor) têm essa fama espalhada. Portanto, quando alguém pega nela já sabe perfeitamente o que pode encontrar.
     Deixemo-nos agora de hipocrisias e enfrentemos a realidade. Aquelas crianças (ou jovens ou adolescentes ou lá o que lhes quiserem chamar) andaram a ver as fotos da professora porque quiseram e, lamento informar os paizinhos das mesmas, mas certamentente já viram pornografia na internet. (Eu sei que é um grande choque para vocês. Mas é verdade, pronto. Já disse. Vá, vão lá agora cancelar o contracto com o vosso servidor de internet. Já agora, afastem também do seu trabalho o homem que vos instalou o modem (isto é, se foi lá algum técnico). Esse badalhoco andou a facilitar o acesso da vossa prole a porcarias. Naughty man).

Notas e afins - parte 2.

     O critérios de avaliação da minha escola são a coisa mais estúpida que já se viu alguma vez. Ora vejamos:

       No primeiro período, a nota final é o resultado final de todos os critérios específicos da disciplina. (até aqui, tudo bem)
       No segundo período, a nota final atribuída é a média entre a nota final do primeiro e do segundo períodos. Ainda vamos no segundo período e já estamos mal. Mas que raio de mente iluminada é que teve esta ideia? Todos nós sabemos que os professores têm aquela mania completamente desapropriada de reduzir as notas do primeiro período, por ser o primeiro. Acham eles que baixando as notas nós nos sentimos mais motivados para melhorar. Isto é um pensamento absolutamente erróneo. Se me derem uma nota abaixo daquilo que eu mereço, eu deixo de trabalhar! É simples. Já se me derem aquilo que mereço (ou mais) sinto que se trabalhar mais um bocadinho consigo ainda melhor. E se não estou em erro, a maioria pensa como eu. Portanto, se as notas do período inicial estão baixas, a contar 50% vão baixar a nota final do segundo período. Maravilhoso.
       No terceiro e último período lectivo, a nota é a média aritmética dos 3 períodos. Agora pergunto-me? Quem foi o burro que se lembro disto? Porque carga de água entra a nota inicial nos períodos seguintes? Mais! Porque é que a nota do último período (aquele que resulta do esforço de todo o ano lectivo) vale tanto como a dos outros? Sabemos bem que é com o aproximar do fim que queimamos os últimos cartuxos para assegurar a hipótese de entrar na tão desejada faculdade. É obvio que por a nota inicial a contar duas vezes (porque entra por si e como elemento constituinte da nota que a si segue) nos prejudica imenso e desmotiva.


      Para concretizar o que digo, deixo um exemplo:
         Tive 13  português no primeiro período. Fiquei descontente com este resultado e comecei a estudar tal disciplina que nem uma maluca na esperança de ver melhorias. E elas surgiram, felizmente. Tive 15 e 16,5 nos testes do período seguinte. Que classificação final tive? 14. Porquê? Porque o 13 do primeiro período impediu-me de obter a recompensa do meu esforço.


     Espero não descobrir quem teve a ideia de estabelecer estes critérios, se não vou ter de gastar dinheiro a comprar uma navalha ou qualquer outro objecto cortante eficaz, para conhecer o interior dos pneus do veículo conduzido por tal pessoa.

Notas e afins - parte 1.

  "(...) mas eu estou aqui para dar notas? (...)"

       Não, senhor professor, não está. Guarde-as todinhas. Não as gaste connosco. Isso daqui a uns anos é capaz de valer uma fortuna no mercado negro.



       Por amor da santa! Eu não percebo estes professores atrasados mentais que, no final do 12º ano, continuam a tirar um ou dois valores à classificação realmente merecida. Esforço-me, mas não percebo. Qual poderá ser o inconveniente de ajudar os alunos a obter boas médias? Porque há este culto do complicar? Porquê?
      Volto a frisar que não estou a falar de alunos que merecem 13 e estão a pedir 18. Estou a falar de indivíduos que, com qualquer outro professor teriam 18 ou 19, mas com este ficam-se por fracos 16's ou 17's. Alguém me consegue explicar que raciocínio está na base de um professor que sabe perfeitamente que está a estragar uma média, ainda por cima, por causa de uma disciplina completamente inútil para o desenvolvimento intelectual de um indivíduo, que poderá por em causa e entrada na faculdade no curso desejado? O que custa, de uma vez por todas, atribuir a classificação merecida?

Johnny Depp #13

in The Tourist, 2010.

Coisas que me tiram do sério II

  Querer beber leite e não haver nenhum pacote no frigorífico.


   Eu sou incapaz de beber leite "não-frio". É enjoativo. E cá em casa, como é obvio, toda a gente sabe disso. Todavia, acham engraçadíssimo acabar um pacote e não por um novo no frigorífico.





Eu sei que é um post estúpido, mas serve como desabafo.