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domingo, 6 de junho de 2010

Notas e afins - parte 1.

  "(...) mas eu estou aqui para dar notas? (...)"

       Não, senhor professor, não está. Guarde-as todinhas. Não as gaste connosco. Isso daqui a uns anos é capaz de valer uma fortuna no mercado negro.



       Por amor da santa! Eu não percebo estes professores atrasados mentais que, no final do 12º ano, continuam a tirar um ou dois valores à classificação realmente merecida. Esforço-me, mas não percebo. Qual poderá ser o inconveniente de ajudar os alunos a obter boas médias? Porque há este culto do complicar? Porquê?
      Volto a frisar que não estou a falar de alunos que merecem 13 e estão a pedir 18. Estou a falar de indivíduos que, com qualquer outro professor teriam 18 ou 19, mas com este ficam-se por fracos 16's ou 17's. Alguém me consegue explicar que raciocínio está na base de um professor que sabe perfeitamente que está a estragar uma média, ainda por cima, por causa de uma disciplina completamente inútil para o desenvolvimento intelectual de um indivíduo, que poderá por em causa e entrada na faculdade no curso desejado? O que custa, de uma vez por todas, atribuir a classificação merecida?

2 comentários:

  1. "m causa e entrada na " - devia ser "a entrada"

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  2. hoje vou ter trabalho estou a ver.. lol

    eu também partilhava a tua opinião, a questão é que essa é mesmo a melhor forma de ensino, quando chegares à faculdade vais notar amargamente a diferença e perguntar-te o porquê de chegares lá tão mal preparada..

    o nivel de exigência é cerca de 4 ou 5 vezes superior, e a contar que já vais apanhar bolonha esquece a papinha toda feita pelos profs..
    (quando digo isto falo de estares 5 min numa aula onde o prof te diz quais os tópicos do dia e vais para casa aprender, sim aprender pk as tuas aulas vão ser ler 3 frases/tópicos de um quadro)

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