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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Eu nunca...

Eu nunca disse "gosto de ti" sem ser profundamente sentido.
Eu nunca fingi.
Eu nunca consegui entender fenómenos como Madona, Tokio Hotel, Hello Kitty, ...
Eu nunca suportei palhaços ou circos.
Eu nunca esqueço, mesmo que diga que perdoo.
Eu nunca descriminei.
Eu nunca me vou acomodar ao que tenho, vou querer sempre mais e melhor.
Eu nunca aguento despedidas.
Eu nunca luto por causas perdidas.
Eu nunca fumei.
Eu nunca acreditei plenamente no amor.
Eu nunca achei que houvesse alguém capaz de me entender.

4 comentários:

  1. Gosto do facto que nunca acreditaste plenamente no amor, porque eu também nunca o fiz.

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  2. É complicado. É uma coisa muito complicada. Surge com base em ilusões e acaba por causa de desilusões. Nada bom, portanto.
    Gosto de manter a distância. É o mais saudável. Pelo menos por agora e nos próximos tempos.

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  3. Bom, bom, quando falamos da Madona, calma lá. Uma coisa é não gostar, mas a Madona, tal como Lady Gaga (e vá, mesmo os Tokio Hotel, Miley Cyrus, o Bieber [pronto, já estou a abusar] tendo em conta o público alvo) são casos naturais de sucesso pela sua originalidade e pelo espetáculo e mediatismo que conseguem chamar a si através de carismas únicos.
    Olha, eu não percebo como é que The XX é uma coisa assim tão especial. Em termos músicais é paupérrimo e mesmo assim conseguem ser uma das grandes bandas da atualidade.
    Quanto ao resto simpatizo, na generalidade.
    Mas quanto às causas perdidas reconsidera. ;)

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  4. Não reconsidero não :P É verdade que nenhuma causa está perdida enquanto houver pelo menos um louco a lutar por ela. Todavia há casos em que é claro que é inútil lutar. Casos, pessoas, momentos, sentimentos... tudo. Há coisas que não valem a pena, é isso.

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